O Texto retrata o começo do
volume do tráfico a partir do segundo quartel dos Quinhentos, a maioria dos
escravos viam de regiões como Guiné Bissau, Senegâmbia e África Central. Como
principal destino de escravos as ilhas atlânticas, Madeira e Canárias, como
também a metrópole e as índias de Castela. Através desses fatos inicia-se com
isso um dos mais rentáveis negócios mais rentáveis do período colonial que no
caso foi a intensa acumulação de bens e troca de mercadorias nas sociedade
africanas.
Apesar desse contexto que
envolvia o escravo existia produtos que também foram importantes nesse período.
Tais como: o ouro, o marfim da Alta Guiné, o âmbar (uma resina fóssil muito
usada para a manufatura de objetos ornamentais), cera, almíscar, couro, goma
arábica, noz de colo, cobre e pimenta malagueta. Entre as mercadorias européias
importadas, duas tinham impacto direto na produção mercantil de escravos, que
eram os escravos e as armas de fogo. Cinqüenta anos mais tarde a relação
cavalo-escravo foi perdendo sua força, mas o escambo continuava e um cavalo
errado podia valer de nove a quatorze escravos.
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