sábado, 24 de março de 2012

Texto 04- O Renascimento (Nicolau Sevcenko)


A obra o Renascimento escrito por Nicolau Sevcenko tem como proposta nos colocar em contato com o renascimento a partir da cultura propriamente dita desse período.
Abordagens nas artes plásticas imperam em seu conteúdo do livro. De maneira clara e sucinta o autor descreve com clareza todo inicio dessa época. Desde destacando o seu período entre os séculos XI e XIV, caracterizado como a Baixa Idade Média, o Ocidente nesse momento passa por um processo de ressurgimento do comércio e das cidades.
Ainda em referência a cultura renascentista, especificamente no berço do seu nascimento, a Itália resplandece diante das outras nações européias. Já é de esperar a divisão do renascimento italiano em três fases, corresponde assim: o Trecento (século XIV), o Quattrocento (século XV), e o Cinquecento (século XVI). O primeiro período aborda a fase inicial da cultura renascentista. Destacam-se nesse período Dante, Petrarca. O Quatrocento é a época das grandes realizações do Renascimento. Florença vem a assumir a hegemonia incontestável da cultura italiana e européia.
E por final, o Ciquecento o último período e aquele em obras artísticas vão atingir o mais elevado grau de elaboração.
O que vale destacar é o que Sevcenko afirma: que o renascimento, longe de representar uma ruptura com a Idade Média, pode ser entendido como “o florescimento de um longo processo anterior de produção, desencadeado desde a Baixa Idade Média”.

Texto 03- O Renascimento (Adhemar Marques Org.)


O que o texto propõe é um estudo sobre o Renascimento a partir de textos dos autores da própria época renascentista. Primeiramente o que vai ser colocado é uma introdução sobre o tema na tentativa de aprimorar melhor os textos seguintes. O que faz o Renascimento um período de grande importância é o fato de que esse movimento atrelado ao reformista vem a representar importante respostas a uma tentativa de compreender o homem e, em última instância o próprio universo à época da crise geral do feudalismo.
Logo em seguida vamos ter contato com esses especialistas sobre o tema. Um desses autores é Jacob Burckhardt que vai tratar sobre o tema da religião. Por esse tema ele leva em consideração o questionamento que alguns fazem em referência ao paganismo do movimento. O que ele vem a desenvolver se diz em relação da cultura intelectual. Bom, com o Renascimento vem a desenvolver na Itália pressupõe que muitos desses homens modernos vão praticar a religiosidade, o que tem haver com seu espírito individualista. Esse espírito acontece por ser subjetivos.
Logo em seguida François Rabelais vem com sua critica ao clero. De modo claro percebemos a sua escrita em referência a todo contexto de uma vida que um homem comum serve a Deus. E através desse homem passa a proclamar uma palavra divina.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Texto 01- O Trato dos Viventes (Luiz Felipe de Alencastro)


Capítulo 01- O aprendizado da colonização

No presente capítulo do livro o Trato dos Viventes verificamos a situação em que Portugal se coloca como a principal metrópole na questão de pôr em prática sua política no ultramar.
O que pode ser observado é a questão das forças compulsórias utilizadas por esse opressor. Vale ressaltar que todo esse trabalho forçado vai resultar o domínio dos nativos, mas o que é importante nessa questão é resultado não favorável a exploração das suas conquistas.
Continuando a saga o texto nos relata alguns países que fizeram parte dessa colonização bruta que veio a gerar diversos conflitos. Tais países foram: o Peru, Angola, Moçambique.
O que se ver no Peru assim como em maior parte da América espanhola é a oposição dos próprios colonos ao clero. Todos esses fatores são ocasionados devido à luta pelo controle dos nativos. Imposições foram colocadas sob a mesa. De uma maneira mais clara as imposições era uma forma de manter um vínculo de uma relação de vassalagem, como fator constitutivo da essência imperial.
Como conseqüência vão validar as autoridade indígenas. O que vai ser notado é que essa nova política adotada não vai dar certo, o que vem a ocasionar insurreições no período de 1540 a 1560.
Já o caso de Angola vai ser de uma semelhança considerável. O que vai ver nesse país é o enfrentamento da Coroa com o colonato e os jesuítas. Nesse sentido vamos perceber a relação existente de Paulo Dias Novais no qual foi concebido como parte de uma capitania hereditária. É claro que os nativos não viam a ficar ilesos através dessa decisão. Impostos vão ser cobrados para a população local. Logo depois essa capitania é extinta e volta-se o território para as mãos da Coroa. Até porque não existiam minas de prata e o tráfico de escravos veio a emergir como a principal atividade da área.
Por sua vez, Moçambique não seria diferente. O caso é que Portugal vai agir mais claramente ainda. Tributos vão ser cobrados, e o ouro em pó vai ser recolhido.